Concurso TJ RJ 2026: gabarito extraoficial ao vivo

Concurso TJ RJ 2026: acompanhe a correção ao vivo com gabarito extraoficial, comentários de especialistas e dicas para recursos e análise de desempenho.

Concurso TJ RJ 2026: veja gabarito extraoficial neste domingo, 1º

O Concurso TJ RJ 2026 terá as provas aplicadas neste domingo, 1º de fevereiro, e os candidatos poderão acompanhar a correção e o gabarito extraoficial ao vivo a partir das 12h. A transmissão reunirá professores especializados para comentar questões, identificar armadilhas e indicar possíveis fundamentos para recursos — informações úteis para quem quer ter uma leitura imediata do desempenho.

Vale lembrar que o gabarito divulgado ao vivo é extraoficial: serve para orientar e dar uma primeira estimativa do resultado, mas não substitui o gabarito oficial da banca. Ainda assim, acompanhar a correção em tempo real ajuda quem fez a prova a entender enunciados mais polêmicos e a decidir rapidamente se vale preparar recurso.

Onde e como será feita a correção ao vivo

A correção será transmitida em plataforma de vídeo a partir do meio-dia, com professores que comentarão alternativa por alternativa. Durante a transmissão, os especialistas vão expor o raciocínio por trás das respostas e apontar trechos do enunciado que costumam gerar dúvida entre os concurseiros.

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Para aproveitar ao máximo, ative as notificações do canal e tenha em mãos a sua prova e o cartão de resposta. Assim você consegue seguir a discussão em paralelo, conferir cada questão e anotar pontos que podem ser usados em recurso, caso seja necessário.

O que os comentadores vão analisar

Os especialistas vão revisar tanto as disciplinas comuns aos cargos de técnico e analista quanto conteúdos específicos do nível médio. Além de apontarem a resposta considerada correta, eles costumam destacar alternativas “pegadinhas” e trechos do edital que amparam possíveis pedidos de revisão.

Também serão indicadas hipóteses de recurso, com base em interpretação técnica das questões. Essa orientação não substitui a redação formal do recurso, mas ajuda a identificar se há elementos objetivos para contestar a resposta junto à banca.

Formato geral das provas aplicadas

O concurso, organizado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), aplica provas objetivas para todos os cargos. A parte objetiva tem 70 questões de múltipla escolha: 30 de Conhecimentos Gerais e 40 de Conhecimentos Específicos.

Os candidatos ao cargo de analista judiciário ainda enfrentam uma etapa discursiva: uma questão dissertativa, cuja correção costuma ocorrer em momento posterior e exige atenção à técnica de resposta e ao cumprimento dos critérios de avaliação.

Prova objetiva para técnico judiciário: composição detalhada

Para técnico judiciário (nível médio), a prova objetiva tem 70 questões. Em Conhecimentos Gerais são 30 itens, sendo 20 de Língua Portuguesa e 10 distribuídos entre Ética no Serviço Público, Noções dos Direitos das Pessoas com Deficiência e Legislação Especial.

Nos 40 itens de Conhecimentos Específicos constam noções de Direito Administrativo, Constitucional, Processual Civil, Processual Penal e disciplina de Legislação. Na prática, quem fez uma revisão focada nessas cinco áreas cobrirá a maior parte das questões específicas.

Prova objetiva e discursiva para analista judiciário

A prova objetiva de analista também soma 70 questões, com a mesma divisão de 30 Conhecimentos Gerais (20 de Português e 10 entre Ética, Direitos das Pessoas com Deficiência e Legislação Especial) e 40 de Conhecimentos Específicos. As matérias específicas variam conforme a área de formação do cargo.

Além da objetiva, os concorrentes ao cargo de analista enfrentam uma prova discursiva composta por uma questão dissertativa. Isso significa que, além do acerto nas objetivas, é preciso dominar a estrutura da resposta escrita para alcançar boa pontuação nessa etapa.

Concorrência total e o que isso representa

Concorrência total e o que isso representa

A FGV confirmou 146.032 inscrições para o concurso, com destaque para nível médio: 100.181 candidatos inscritos para técnico judiciário. Para analista judiciário há 45.851 inscrições, somando todas as áreas. Esses números refletem a atratividade do certame e a expectativa de competição elevada em cargos com boas remunerações e estabilidade.

Importante: uma mesma pessoa pôde inscrever-se em técnico e analista, já que as provas ocorrerão em turnos diferentes. Na prática, isso aumenta a movimentação nas principais vagas e pode elevar a concorrência efetiva em alguns perfis profissionais.

Inscrições por cargos e especialidades (destaques)

Entre as especialidades de nível superior, alguns números chamam atenção: analista sem especialidade registrou 25.343 inscritos; Execução de Mandados tem 6.223 candidatos; Psicólogo soma 4.233; Assistente Social tem 2.673; e Analista de Sistemas contou com 1.051 inscritos. Diversas áreas de TI e saúde aparecem com quantias menores, refletindo nichos específicos.

Esses dados ajudam a priorizar estratégia de estudo e expectativa de classificação. Em cargos com concorrência menor, a nota de corte pode ficar mais “amigável”, enquanto áreas com centenas de candidatos por vaga exigem desempenho próximo ao máximo.

Remuneração e benefícios previstos

Remuneração e benefícios previstos

A remuneração inicial para técnico judiciário ficou em R$ 5.685,54, enquanto para analista judiciário o valor inicial é de R$ 9.363,84. Entram nesses montantes o vencimento base e gratificações previstas no edital, como a Gratificação de Atividades Judiciárias (GAJ) e o Adicional de Padrão Judiciário (APJ).

Para analistas da área de Execução de Mandados existe ainda uma verba indenizatória mensal de R$ 3.560,57 relativa à gratificação de locomoção, elevando a remuneração total desse cargo a R$ 12.924,41. Esses componentes salariais explicam parte do interesse dos candidatos pelo concurso.

Como o gabarito extraoficial pode orientar seus próximos passos

Ao comparar suas respostas com o gabarito extraoficial, você obtém uma estimativa imediata do desempenho e já identifica pontos fortes e fracos. Use esse cálculo preliminar para decidir se vale a pena preparar recursos e para ajustar o foco de estudos em eventuais próximas seleções.

Porém, evite tomar decisões finais apenas com base no gabarito não oficial: erros de digitação, questões anuladas posteriormente ou interpretações divergentes podem alterar resultados. Aguarde a publicação oficial para confirmações, prazos de recurso e a listagem definitiva.

Como calcular seu desempenho rapidamente

Para obter uma estimativa, some os acertos nas 70 questões e compare com as médias históricas de provas similares. Se quiser precisão, registre por disciplina: isso indica áreas em que foi bem e conteúdos a priorizar caso faça outro concurso semelhante.

Lembre-se de que a prova discursiva (para analistas) também pesa na classificação. Portanto, mesmo com bom desempenho na objetiva, alguém com nota baixa na discursiva pode perder posições; considere isso ao analisar sua posição provisória.

Recursos: quando considerar e como se preparar

Recursos: quando considerar e como se preparar

Durante a correção ao vivo, os especialistas costumam apontar questões que apresentam fundamento para recurso. Se identificar um erro claro na formulação ou na chave da resposta, anote a fundamentação técnica e aguarde o edital para conferir prazos e procedimento oficial de contestação.

Evite enviar recursos por impulso: reúna argumentos objetivos, com base no enunciado e na legislação citada, e organize-os respeitando as orientações da banca. Recursos bem fundamentados têm mais chance de sucesso do que pedidos baseados apenas em “achismo”.

Próximas etapas do concurso

Após a aplicação das provas, a banca publica o gabarito oficial e, em seguida, os resultados preliminares. Para analistas, a correção da parte discursiva costuma demorar mais, portanto a homologação final vem em etapa posterior. O certame formará cadastro de reserva, e convocações podem ocorrer ao longo da validade do concurso.

Fique atento às publicações oficiais da FGV para prazos de recursos, comunicações sobre notas e eventuais retificações de gabarito. Monitorar essas publicações é essencial para não perder prazos que possam impactar sua classificação.

O que fazer ainda hoje para não comprometer o resultado

No dia da prova, confie na sua preparação e evite atitudes que possam prejudicar a avaliação: não esqueça documento de identificação, não marque mais de uma alternativa por questão e gerencie bem o tempo para responder todas as questões. Pequenos erros logísticos podem comprometer um bom desempenho.

Depois da prova, faça um balanço frio: não deixe a ansiedade comprometer a leitura do gabarito extraoficial. Anote pontos de dúvida para conferir com calma na correção ao vivo e, se decidir por recurso, organize os argumentos com base em critérios objetivos.

Erros comuns que você deve evitar ao conferir o gabarito

Um deslize frequente é interpretar a correção extraoficial como definitiva e já planejar grandes mudanças sem esperar o posicionamento da banca. Outro erro é ignorar a pontuação por disciplina: saber onde errou ajuda mais do que apenas a nota total para direcionar estudos futuros.

Também evite divulgar seu gabarito ou comparar versões sem checar se houve anulação de questões — a banca pode anular itens após análise, afetando todas as pontuações. Mantenha-se informado por fontes oficiais para decisões que dependam de confirmação.

Quando agir agora e quando é melhor aguardar

Acompanhe a correção ao vivo para tirar dúvidas imediatas e identificar hipóteses de recurso; isso é algo que dá para fazer já no domingo. Por outro lado, para decisões que exigem confirmação (como recursos formais ou cálculo final de aprovação), aguarde a publicação do gabarito oficial e os comunicados da FGV.

Se pretende atuar rapidamente, organize as possíveis fundamentações para recurso já nas próximas horas — sem, contudo, enviar nada antes de checar o prazo no edital. A velocidade conta, mas a precisão dos argumentos costuma fazer a diferença.

Para você: como foi a sua prova? Conte nos comentários quais questões geraram mais dúvida e se pretende preparar recurso — a troca de experiências ajuda quem vai fazer próximos concursos.

Perguntas Frequentes (FAQ)

O que é o gabarito extraoficial divulgado ao vivo e como ele pode ajudar?

O gabarito extraoficial é uma leitura rápida da correção feita em tempo real, com comentários dos especialistas. Ele ajuda a ter uma estimativa do desempenho e a identificar possíveis pontos de recurso, mas não substitui o gabarito oficial divulgado pela banca.

Onde e quando acompanhar a correção ao vivo e o que devo ter em mãos?

A correção ao vivo acontece em uma plataforma de vídeo a partir do meio-dia. Saiba que os professores vão comentar cada item e explicar o raciocínio. Para acompanhar com mais precisão, ative as notificações do canal e tenha em mãos a sua prova e o cartão de respostas para acompanhar questão a questão.

Qual é o formato das provas para técnico e analista, incluindo a discursiva, e como isso afeta a correção?

Para técnico judiciário (nível médio): são 70 questões objetivas (30 de Conhecimentos Gerais: 20 de Português e 10 de Ética/Deficiências/Legislação; 40 de Conhecimentos Específicos). Não há discursiva para técnico. Para analista judiciário: também são 70 questões objetivas (mesma divisão de gerais), mais uma prova discursiva (uma questão dissertativa) que costuma ser corrigida posteriormente, exigindo domínio da estrutura da resposta escrita.

Por que não devo confiar apenas no gabarito extraoficial e quais prazos/importantes devo considerar?

O gabarito oficial é o definitivo. Questões podem ser anuladas ou ter alterações que mudam a pontuação; os prazos e procedimentos de recurso são anunciados no edital e na publicação oficial, e a homologação final depende da avaliação oficial (incluindo a discursiva para analistas). Use o gabarito extraoficial apenas como guia inicial e não tome decisões definitivas sem verificar o gabarito oficial.

Como usar o gabarito extraoficial para decidir se vale recorrer e como se preparar para as próximas etapas?

Use o gabarito extraoficial para fazer uma leitura rápida de onde você acertou e onde houve dúvidas, registrando os fundamentos que possam sustentar um recurso. Compare com o enunciado e a legislação citada para embasar argumentos objetivos. Não envie recursos com base apenas em “achismo”; espere os prazos oficiais e organize as fundamentações com cuidado, ainda que já possa preparar as linhas de recurso nas próximas horas.

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