Concurso Sedes DF tem autoridade designada para coordenar a seleção
A portaria publicada no Diário Oficial do Distrito Federal em 10 de fevereiro oficializou quem ficará responsável pela condução do Concurso Sedes DF. A decisão define a autoridade que acompanhará os trâmites iniciais e funcionará como elo entre a Secretaria e a banca organizadora — informação essencial para quem acompanha passos práticos até a publicação do edital.
Para o candidato, essa nomeação indica avanço no processo. Saber quem é o interlocutor facilita monitorar prazos e documentos — como o Termo de Referência — que antecedem a abertura das inscrições e a divulgação do cronograma oficial.
Quem foi designado para coordenar o concurso
A secretária da pasta, Ana Paula Marra, delegou a responsabilidade pelo concurso ao secretário adjunto de Desenvolvimento Social. Isso significa que a autoridade adjunta terá poderes formais para conduzir atos administrativos vinculados à seleção.
Na prática, esse representante será o ponto focal dentro da Secretaria para tratar com a futura banca organizadora, assinar documentos preparatórios e autorizar etapas essenciais até a publicação do edital.
Quais são as atribuições da autoridade indicada
Entre as atribuições previstas estão a autorização de atos e documentos preparatórios necessários à instrução do processo administrativo. Um desses documentos centrais é o Termo de Referência, que define o escopo do trabalho da banca organizadora.
Além disso, a autoridade terá papel de interlocução entre a Secretaria e a empresa organizadora, acompanhando demandas, alinhando cronogramas e garantindo cumprimento de exigências legais e administrativas.
Situação da comissão organizadora
Até o momento, a comissão ou grupo de trabalho responsável pelo concurso ainda não foi formado. Esse é um passo comum e costuma vir depois da definição da autoridade responsável, pois a comissão operacionaliza procedimentos internos e avalia propostas de bancas.
Sem a comissão constituída, o calendário detalhado — como datas de licitação da banca, cronograma de etapas e previsão de provas — permanece indefinido, embora a autorização das vagas já indique avanço no processo.
Vagas autorizadas: quantas e para quais cargos
O edital foi autorizado no início de fevereiro para um total de 1.197 vagas. Dessas, 634 são para o cargo de especialista em Desenvolvimento e Assistência Social e 563 para técnico em Desenvolvimento e Assistência Social.
As vagas contemplam níveis médio (técnico) e superior (especialista), o que amplia a base de candidatos potenciais e exige atenção às exigências de escolaridade e atribuições de cada carreira.
Remuneração e jornadas de trabalho
A remuneração inicial divulgada varia conforme a carga horária. Para técnico em Desenvolvimento e Assistência Social, os valores informados são R$ 3.881,54 para 30 horas semanais e R$ 5.175,39 para 40 horas semanais.
Para especialista em Desenvolvimento e Assistência Social, a remuneração inicial será de R$ 5.454,71 (30 horas) e R$ 7.272,94 (40 horas). Na prática, isso significa que a escolha da jornada impactará diretamente o salário ofertado ao aprovado.
O que já se sabe sobre o formato das provas
O último concurso da Secretaria, realizado em 2018, adotou provas com 50 questões objetivas — sendo 20 de Conhecimentos Gerais e 30 de Conhecimentos Específicos — além de uma redação dissertativa. Essa informação serve como referência, embora a estrutura possa mudar conforme decisão da nova banca.
Como a comissão ainda não foi instaurada e a banca não foi contratada, é natural que existam alterações no formato das avaliações. Por isso, candidatos devem ficar atentos a comunicados oficiais assim que a organização for definida.
Comparação com o concurso de 2018
Em 2018, a Secretaria tinha outra nomenclatura (Sedestmidh) e ofereceu mais de mil vagas para níveis médio e superior, com o Instituto Brasil de Educação (Ibrae) como organizador. Na ocasião, requisitos e áreas para especialista incluíam uma variedade de formações, como Serviço Social, Psicologia, Pedagogia, Direito, entre outras.
Os salários iniciais daquele certame eram menores que os agora divulgados — por exemplo, técnicos recebiam cerca de R$ 2.600 e especialistas R$ 3.599,70 na época — o que reflete reajustes e diferentes estruturas remuneratórias adotadas desde então.
Impacto prático para a preparação do candidato
A designação da autoridade e a autorização das vagas são sinais de que o concurso está em fase de estruturação, o que sugere que o edital pode sair em alguns meses, dependendo da agilidade na formação da comissão e na contratação da banca. Para quem estuda, isso é um indicativo para intensificar a preparação sem esperar o edital.
Na prática, vale atualizar materiais, revisar disciplinas previstas para técnicos e especialistas e treinar provas de concursos anteriores da mesma área. Manter rotina de estudos constante e foco em tópicos recorrentes aumenta a prontidão para quando o calendário for divulgado.
O que muda (ou não) na rotina de estudos
Enquanto o edital não sai, a rotina de estudos não precisa ser drasticamente alterada: priorize conteúdos base — legislação aplicável, conhecimentos específicos da assistência social e disciplinas de caráter geral — e invista em simulados e redação, caso haja prova discursiva prevista.
Por outro lado, mudanças na rotina podem ser menores, como ajustar tempo dedicado a áreas de maior peso e programar revisões semanais. Evite trocar completamente a estratégia sem ter o edital; ajustes pontuais são mais seguros.
Quando agir agora e quando aguardar
Atenção imediata é recomendada em duas frentes: manter ou retomar os estudos e organizar documentos pessoais que costumam ser exigidos (diplomas, CPF, comprovantes). Essas ações prévias economizam tempo quando as inscrições abrirem.
Já aguardar é prudente em relação a detalhes que só sairão no edital — conteúdo programático definitivo, critérios de títulos, cronograma e etapas. Decisões como investir em curso específico ou material caro podem esperar pela confirmação da banca e do formato.
Dúvidas comuns e esclarecimentos práticos
Aqui muita gente se confunde: a designação da autoridade não é a publicação do edital. Trata-se de um passo administrativo importante, mas o lançamento do edital depende ainda de atos posteriores, como contratação da banca e formalização da comissão. Por isso, a data das provas segue indefinida.
Outro ponto que gera dúvida é a relação entre jornada e salário. Na prática, o número de horas semanais define faixas salariais distintas — por isso candidatos interessados em jornada maior devem avaliar a compatibilidade com rotina pessoal antes da inscrição.
Como acompanhar os próximos passos oficiais
Mantenha o acompanhamento das publicações no Diário Oficial do DF e de comunicados da Secretaria de Desenvolvimento Social. Assim que a comissão for instituída ou a banca contratada, editais e termos de referência começam a circular com mais frequência.
No ambiente digital, perfis oficiais da Secretaria e canais de notícias sobre concursos costumam repercutir essas atualizações rapidamente. Evite especulações e baseie decisões em documentos oficiais para não ser levado por informação desserviço.
Fechamento
A nomeação da autoridade para coordenar o Concurso Sedes DF confirma avanço administrativo e reforça a possibilidade de publicação do edital em breve, mas ainda falta a formação da comissão e a definição da banca. Para os concurseiros, o momento é de intensificar estudos e organizar documentação, sem perder a atenção a novos comunicados oficiais. Você já começou a se preparar para esse concurso ou pretende esperar o edital sair para ajustar a rotina?
Perguntas Frequentes (FAQ)
Pergunta 1: Quem foi designado para coordenar o concurso Sedes DF e qual é o papel dele?
A secretaria de Desenvolvimento Social designou o secretário adjunto para conduzir atos administrativos, atuar como elo entre a Secretaria e a banca organizadora, assinar documentos preparatórios e autorizar etapas até a publicação do edital.
Pergunta 2: A designação da autoridade significa que o edital já saiu?
Não. A designação é um passo administrativo, não a abertura do edital. O calendário e as etapas dependem da formação da comissão, da contratação da banca e de outros atos formais que ainda não aconteceram.
Pergunta 3: Quais são as vagas autorizadas e para quais cargos?
Foram autorizadas 1.197 vagas: 634 para o cargo de especialista em Desenvolvimento e Assistência Social (nível superior) e 563 para técnico em Desenvolvimento e Assistência Social (nível médio).
Pergunta 4: Como fica a remuneração e a jornada de trabalho?
A remuneração inicial varia conforme o cargo e a carga horária: técnico (30h) R$ 3.881,54; técnico (40h) R$ 5.175,39; especialista (30h) R$ 5.454,71; especialista (40h) R$ 7.272,94. A jornada impacta diretamente o salário.
Pergunta 5: O que pode mudar no formato das provas e como acompanhar os próximos passos oficiais?
O formato das provas pode ser alterado pela banca escolhida; o conteúdo definitivo ainda depende da banca e da comissão formada. Acompanhe o Diário Oficial do DF, comunicados da Secretaria de Desenvolvimento Social e os perfis oficiais para receber informações oficiais assim que forem divulgadas.




