Resultado da Prova Objetiva do Alerj: quem foi aprovado

Resultado da Prova Objetiva do Alerj: 19.717 aprovados, detalhes de cargos, salários, próximas fases e dicas para quem passou ou não. Fique atento aos prazos.

O Concurso Alerj teve o resultado final das provas objetivas divulgado pela banca FGV. A publicação traz a lista dos candidatos aprovados na etapa objetiva para todos os cargos, informação relevante para quem segue na disputa por uma das vagas e para quem precisa reorganizar a rotina de estudos após a eliminação ou classificação.

Saber que o resultado das provas objetivas já foi liberado muda a estratégia imediata: quem avançou precisa se preparar para as próximas fases (quando houver), e quem não avançou deve avaliar erros e prioridades para os próximos concursos. Abaixo, explicamos ponto a ponto o que foi divulgado, o que isso significa na prática e os próximos passos que os candidatos devem acompanhar.

O que exatamente foi divulgado pela banca

A FGV publicou as listas com os nomes (ou registros) dos aprovados na prova objetiva do Concurso Alerj para todos os cargos previstos no edital. O material apresentado corresponde ao resultado definitivo da etapa objetiva, ou seja, o julgamento das respostas às questões de múltipla escolha já foi concluído.

É importante destacar que “resultado definitivo da prova objetiva” não necessariamente significa encerramento do concurso: nas carreiras que têm fases seguintes (como prova discursiva), essas etapas dependem de novas correções e de cronograma a ser divulgado pela banca.

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Quantos candidatos foram aprovados na etapa objetiva

No total, 19.717 candidatos foram considerados aprovados na prova objetiva. Desses, 18.839 foram habilitados nos cargos de especialista legislativo e 878 na carreira de procurador legislativo.

Esses aprovados superaram os critérios mínimos da etapa objetiva e, quando aplicável, ficaram dentro do limite de classificação previsto no edital para correção das fases seguintes.

Como foi a prova do cargo de especialista legislativo

Para os cargos de especialista legislativo em nível superior, a prova objetiva teve 80 questões de múltipla escolha. A avaliação teve caráter eliminatório e classificatório, isto é, servia tanto para eliminar candidatos com desempenho insuficiente quanto para ordená-los para as próximas etapas.

O edital estabeleceu um critério mínimo de aprovação na objetiva: 50% de acertos. Na prática, isso significa que o candidato precisava responder corretamente pelo menos 40 questões das 80 para ser considerado aprovado nessa etapa.

Especificidades do especialista legislativo III (nível médio)

O cargo de especialista legislativo III, voltado para nível médio (na especialidade Administração Geral), não tem etapa discursiva prevista no certame. Assim, a classificação final para esse cargo será definida exclusivamente pelo desempenho na prova objetiva.

Por conta disso, para quem concorre a vagas de nível médio o foco principal é a prova objetiva: não há correção de redação ou outras fases que alterem a ordem final além da objetiva.

Particularidades do cargo de procurador legislativo

Particularidades do cargo de procurador legislativo

Para procurador legislativo, a prova objetiva também teve caráter eliminatório e classificatório, servindo como filtro para a correção das provas discursivas. A banca já aplicou a prova discursiva em data posterior, mas o resultado definitivo dessa fase ainda depende da correção e da publicação pela FGV.

Além do desempenho nas provas, o cargo exige formação em Direito, registro na OAB e comprovação de três anos de atividade jurídica, conforme previsto no edital — requisitos que permanecem obrigatórios para posse.

Vagas ofertadas e remunerações

O concurso oferece 101 vagas distribuídas entre cargos de níveis médio e superior, com formação de cadastro de reserva em muitos casos. A maior parte das oportunidades concentra-se no cargo de especialista legislativo (98 vagas).

A remuneração inicial varia por cargo:

  • Especialista legislativo III (nível médio, Administração Geral): R$ 10.369,60
  • Especialista legislativo IV (nível superior, diversas áreas): R$ 12.591,66
  • Procurador legislativo: até R$ 44.008,52

Tabela resumida de cargos, vagas e salários

Tabela resumida de cargos, vagas e salários

Cargo Nível Vagas Remuneração inicial
Especialista legislativo III (Administração Geral) Médio 20 R$ 10.369,60
Especialista legislativo IV (diversas áreas) Superior Parte das 98 R$ 12.591,66
Procurador legislativo Superior (Direito) 3 Até R$ 44.008,52

Essa tabela reúne as principais informações salariais e de vagas divulgadas no edital; para detalhes por especialidade é necessário consultar o quadro completo do certame.

Sobre o cronograma e próximas publicações

Apesar da liberação do resultado da prova objetiva, a FGV ainda não divulgou o calendário completo das etapas seguintes para todos os cargos. Isso inclui divulgação de listas para correção de provas discursivas (onde houver) e prazos para recursos ou convocações.

Para o cargo de procurador, a prova discursiva já foi aplicada em data posterior (22 de março) e aguarda divulgação de resultado preliminar e definitivo. Em geral, a banca costuma publicar resultados parciais e definitivos com antecedência variável; portanto, os candidatos devem manter acompanhamento constante das áreas de notícias e do painel do concurso no site da FGV.

O que muda na rotina de quem foi aprovado na objetiva

Na prática, os aprovados na etapa objetiva devem intensificar a preparação para as próximas fases previstas no edital: revisão de peças práticas, treino de discursivas, jurisprudência e estudo de legislação específica quando for o caso (especialmente para procurador).

Também vale organizar documentos pessoais e comprovações de requisitos (diploma, registro na OAB, comprovação de tempo de serviço) para evitar surpresas no momento das convocações administrativas.

O que fazer se você não foi aprovado

O que fazer se você não foi aprovado

Se o resultado foi abaixo do esperado, revise desempenho por disciplina e identifique lacunas: questões mais recorrentes, temas mal respondidos e técnicas de resolução que podem ser aprimoradas. Aproveite esse diagnóstico para ajustar cronograma e priorizar matérias com maior peso.

Além disso, procure participar de simulados e resolver provas anteriores da FGV — isso ajuda a entender o estilo da banca e reduzir erros técnicos em futuras avaliações.

Principais dúvidas que surgem entre os candidatos

Aqui muita gente confunde “resultado definitivo da prova objetiva” com classificação final no concurso. É fundamental entender que, para cargos com etapas subsequentes, a classificação final só será conhecida após a conclusão de todas as fases previstas no edital.

Outro ponto que gera confusão é o alcance da “aprovação” na objetiva: ser aprovado nessa fase significa apenas atender aos critérios da prova objetiva e estar elegível para as próximas etapas — não garante nomeação ou posse.

Quando e como entrar com recurso

Se o candidato identificar divergência na correção de sua prova objetiva, o edital disciplina o prazo e a forma para interposição de recursos. Normalmente, há um período específico após a publicação do gabarito ou do resultado preliminar para apresentação de impugnações à banca.

Fique atento aos comunicados oficiais e siga rigorosamente as orientações do edital sobre conteúdo do recurso, fundamentação e comprovantes anexos; recursos fora do prazo ou em formato incorreto costumam ser indeferidos.

Recomendações práticas até a divulgação do cronograma

Enquanto a banca não publicar o cronograma das próximas fases, organize um plano de estudos que contemple revisão de pontos fracos, simulações e resolução de discursivas (quando aplicáveis). Para quem avançou nos cargos com prova discursiva, treinar redação em tempo limite e revisar modelo de peças é essencial.

Por fim, acompanhe diariamente o site da FGV e possíveis publicações da Alerj para não perder prazos de recursos, convocações ou retificações do edital.

A publicação do resultado objetivo é um marco importante: quem segue na disputa precisa ajustar a preparação, e quem não avançou deve transformar o resultado em aprendizado para os próximos certames. E você, já consultou sua situação no resultado divulgado e definiu os próximos passos nos seus estudos?

Perguntas Frequentes (FAQ)

O que significa o “resultado definitivo da prova objetiva” e ele encerra o concurso?

O “resultado definitivo da prova objetiva” indica que o julgamento das respostas da objetiva já foi concluído. No entanto, isso não encerra o concurso se houver etapas seguintes (como prova discursiva). Nesses casos, as próximas fases dependem de novas correções e de um cronograma divulgado pela banca, e a classificação final só será conhecida após a conclusão de todas as etapas previstas no edital.

Quantos candidatos foram aprovados na etapa objetiva e como ficaram distribuídos?

Ao todo, foram 19.717 aprovados na prova objetiva: 18.839 para o cargo de especialista legislativo (nível superior) e 878 para o cargo de procurador legislativo. Esses aprovados superaram os critérios mínimos da objetiva e, quando aplicável, estão dentro do limite de classificação para as fases seguintes.

Como foi a prova do cargo de especialista legislativo e qual o critério de aprovação?

Para o especialista legislativo, a prova teve 80 questões de múltipla escolha, com caráter eliminatório e classificatório. O critério mínimo de aprovação foi 50% de acertos, ou seja, é necessário acertar pelo menos 40 questões para ser considerado aprovado na objetiva. Observação: para o cargo de especialista legislativo III (nível médio) não há etapa discursiva, então a classificação final depende apenas da objetiva.

Quais são os próximos passos para quem foi aprovado na objetiva?

Quem foi aprovado deve iniciar a preparação para as próximas fases previstas no edital (quando houver), incluindo revisões específicas, treinos de discursivas ou peças, jurisprudência e legislação conforme o cargo. Também é importante organizar documentos pessoais e comprovações de requisitos para futuras convocações. A banca divulgará o cronograma das etapas seguintes, então é essencial acompanhar o site da FGV e o painel do concurso para prazos de recursos, convocações e novas etapas.

O que fazer se não fui aprovado na objetiva?

Se não foi aprovado, revise o desempenho por disciplina para identificar lacunas e temas com maior dificuldade. Utilize simulados e resolva provas anteriores da FGV para entender o estilo da banca e reduzir erros técnicos. Com esse diagnóstico, ajuste seu cronograma de estudos priorizando as matérias com maior peso e maior recorrência nas questões.

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