Concurso Câmara dos Deputados: oportunidades e por que prestar atenção
O Concurso Câmara dos Deputados para o cargo de policial legislativo está com inscrições abertas até 20 de fevereiro e oferece 80 vagas, sendo 40 imediatas e 40 para cadastro de reserva. Para quem busca estabilidade e remuneração elevada no serviço público, essa seleção é uma das mais atraentes do calendário federal. Na prática, além do número de vagas, o que chama a atenção é a composição salarial e os benefícios, que elevam a remuneração final dos aprovados. Entender esses detalhes ajuda a planejar quando e como intensificar a preparação.
Vagas e estrutura do cargo
São ofertadas 80 vagas destinadas ao quadro de policial legislativo, divididas entre nomeações imediatas e formação de cadastro de reserva. O cadastro permite convocações ao longo da validade do concurso, conforme necessidade da Casa. O cargo costuma exigir requisitos específicos (confira o edital para escolaridade, idade e outros critérios), e costuma envolver atividades de segurança, inteligência e policiamento no âmbito parlamentar.
Remuneração inicial e evolução na carreira
O salário inicial divulgado no edital é de R$ 21.328,08, valor que já inclui gratificações previstas para o cargo. Esses adicionais fazem diferença significativa no contracheque desde a posse. Ao longo da carreira, a remuneração pode crescer: na classe especial, o total pode alcançar cerca de R$ 30 mil. Isso mostra que há espaço para progressão e aumentos relevantes ao longo do tempo.
Composição dos benefícios e impacto no salário
Além do vencimento, o aprovado recebe auxílios e assistência que aumentam a renda total. O edital traz valores como auxílio-alimentação de R$ 1.784,42, assistência pré-escolar de R$ 1.184,35 e assistência médica e odontológica de R$ 776,60. Na prática, esses benefícios reduzem custos do dia a dia e tornam a vaga mais vantajosa frente a outros cargos com remuneração nominal similar, especialmente para candidatos com filhos ou que dependem de plano médico.
Prazos de inscrição e taxa
As inscrições vão até 20 de fevereiro e devem ser feitas pelo portal da banca organizadora, o Cebraspe. A taxa de participação é de R$ 150, que precisa ser quitada para confirmação da inscrição. Há previsão de isenção para quem se enquadra em critérios específicos: inscritos no CadÚnico ou doadores de medula óssea reconhecidos pelo Ministério da Saúde. O pedido de isenção deve ser realizado no mesmo prazo das inscrições.
Etapas do concurso: o que será cobrado
A seleção será realizada em duas grandes etapas. Na primeira constam prova objetiva, teste de aptidão física (TAF), sindicância de vida pregressa e investigação social, avaliação psicológica e avaliação de saúde física e mental. A segunda etapa inclui programa de formação profissional e um segundo momento de avaliação psicológica. Em concursos para área policial, essas fases complementares são decisivas para a convocação final.
Datas e formato das provas
As provas objetiva e discursiva estão previstas para o dia 26 de abril, conforme o cronograma do edital. O documento traz ainda a distribuição das questões entre as disciplinas exigidas. O edital indica um total de 180 questões distribuídas entre os conteúdos de Conhecimentos Gerais e Conhecimentos Específicos — atenção para a distribuição de peso entre as áreas, que influencia diretamente a estratégia de estudo.
Disciplinas cobradas: foco nos conteúdos
Entre as disciplinas de Conhecimentos Gerais estão Português, Inglês, Raciocínio Lógico e Noções de Estatística, Direito Constitucional e Legislação Interna da Câmara dos Deputados, Direito Administrativo, Informática e Dados. Essas matérias formam a base que costuma pesar na nota. Os Conhecimentos Específicos abrangem Direito Penal e Processual Penal, Crimonologia e Noções de Criminalística, Direitos Humanos e Legislação Correlata e Atividade de Inteligência. Para candidatos à área de segurança, esse bloco merece atenção prioritária.
Critérios de aprovação na fase objetiva e discursiva
Para avançar na seleção, o edital estabelece notas mínimas: pelo menos 18 pontos em Conhecimentos Gerais, 27 em Conhecimentos Específicos e 54 pontos no total das provas objetivas. Esses cortes exigem preparo equilibrado entre os blocos. A prova discursiva vale 60 pontos no total e inclui duas questões objetivas sobre áreas de inteligência, criminologia ou direitos humanos (15 pontos cada) e uma peça técnica em Direito Penal/Processual Penal valendo 30 pontos. Será considerado habilitado quem obtiver 30 pontos ou mais nessa etapa.
Teste de Aptidão Física (TAF) e avaliações complementares
O TAF e as avaliações de saúde, psicológicas e de vida pregressa eliminam candidatos que não atendam aos padrões físicos e de conduta exigidos. Por isso, treinos regulares e preparação documental são essenciais. Na prática, dedicar parte do cronograma semanal ao preparo físico e reunir documentos que comprovem idoneidade e histórico profissional evita surpresas na etapa de investigação social e na sindicância.
Validade do concurso e possibilidades de convocação
A validade do concurso é de dois anos, prorrogável uma única vez por igual período. Isso significa que convocações podem ocorrer ao longo de até quatro anos, se houver necessidade e extensão autorizada. Para o candidato, esse prazo influencia o tempo de espera por nomeações e a chance de ser convocado via cadastro de reserva; portanto, manter-se preparado e atento a publicações é estratégico.
O que muda no seu plano de estudos com essa seleção
Dado o peso alto dos Conhecimentos Específicos e a exigência mínima em cada bloco, a rotina de estudos deve priorizar direito penal, processual penal, criminologia e atividade de inteligência, sem descuidar de Português e Raciocínio Lógico. Além disso, é fundamental incluir simulados com o estilo Cebraspe (que costuma cobrar questões de certo/errado com penalização) e espaço para treinos de redação/peça técnica e preparação física semanal.
Pontos de atenção e erros comuns ao interpretar o edital
Muitos candidatos confundem remuneração líquida com o total de remuneração (salário + gratificações + auxílios). Vale checar cada componente no edital para calcular o ganho real. Outra armadilha é perder prazos de inscrição ou de pedido de isenção. Leia cuidadosamente as exigências sobre documentos, condições para isenção e datas das etapas. Qualquer dúvida sobre critérios ou cronograma deve ser esclarecida junto à banca antes do encerramento das inscrições.
Recursos e materiais recomendados para se preparar
Use provas anteriores do Cebraspe como referência para entender o estilo das questões e a penalização por erro. Simulados, revisões periódicas e resolução de questões antigas são práticas que aumentam a confiança e o rendimento. Para quem busca material organizado, apostilas específicas e cursos focados em policial legislativo podem ser úteis. Apostila para o concurso Câmara dos Deputados
Como agir agora: passos imediatos para candidatos
Se ainda não se inscreveu, confirme os dados no portal da banca e providencie o pagamento da taxa ou o pedido de isenção até 20 de fevereiro. Organize também a documentação que pode ser exigida nas etapas de investigação e formação. Paralelamente, monte um plano de estudos dividindo o tempo entre revisão teórica, resolução de questões e preparação física. Priorize os tópicos com maior peso e crie metas semanais de desempenho.
Para concluir, este concurso reúne um bom número de vagas, remuneração atrativa e etapas que exigem preparação ampla — do conhecimento técnico ao preparo físico e à verificação documental. Você já iniciou seu plano de estudos para a Câmara dos Deputados? Qual é a sua maior dúvida sobre essa seleção?
Perguntas Frequentes (FAQ)
Quais são as vagas disponíveis e como são distribuídas?
O concurso oferece 80 vagas para o cargo de policial legislativo no quadro da Câmara dos Deputados, sendo 40 vagas inicial (imediatas) e 40 para cadastro de reserva. O cadastro de reserva permite convocações ao longo da validade do concurso, conforme necessidade da Casa, respeitando os requisitos do edital.
Como fica a remuneração inicial e o que pode aumentar ao longo da carreira?
A remuneração inicial divulgada é de R$ 21.328,08, já com as gratificações previstas. Ao longo da carreira, na classe especial, o total pode chegar a cerca de R$ 30 mil. Além disso, há auxílios que elevam a renda total: auxílio-alimentação de R$ 1.784,42; assistência pré-escolar de R$ 1.184,35; e assistência médica/odontológica de R$ 776,60. Esses benefícios ajudam a reduzir custos do dia a dia.
Quais são as etapas do concurso e o que envolve cada uma?
A seleção acontece em duas grandes etapas. Na primeira: prova objetiva, teste de aptidão física (TAF), sindicância de vida pregressa e investigação social, avaliação psicológica e avaliação de saúde física e mental. Na segunda: programa de formação profissional e um segundo momento de avaliação psicológica. Em concursos policiais, as fases complementares são decisivas para a convocação final.
Quais são as datas-chave, a taxa e como funciona a inscrição e a isenção?
As inscrições vão até 20 de fevereiro e devem ser feitas pelo portal da banca organizadora, a Cebraspe. A taxa de participação é de R$ 150. Há previsão de isenção para quem se enquadra em CadÚnico ou é doador de medula óssea reconhecido pelo Ministério da Saúde, e o pedido de isenção deve ser feito no mesmo prazo das inscrições.
Quais são os critérios de aprovação na fase objetiva e discursiva?
Para avançar, o candidato precisa alcançar: no total das provas objetivas, pelo menos 54 pontos; 18 pontos em Conhecimentos Gerais e 27 pontos em Conhecimentos Específicos. A prova discursiva vale 60 pontos no total e é composta por duas questões objetivas de 15 pontos cada (áreas de inteligência, criminologia ou direitos humanos) e uma peça técnica em Direito Penal/Processual Penal de 30 pontos. Será habilitado quem obtiver 30 pontos ou mais na discursiva. Além disso, as etapas de TAF, avaliação de saúde, vida pregressa e sindicância também são eliminatórias.


