Concurso TJ RJ: Provas e regras do dia

Concurso TJ RJ: Provas no domingo 1º de fevereiro pela manhã com 70 questões; saiba sobre locais, regras de saída, retenção do caderno e como manter a calma.

O concurso TJ RJ tem provas ocorrendo neste domingo, 1º de fevereiro — e a aplicação das provas de técnico judiciário concentra-se no turno da manhã. Esta atualização é importante porque envolve grande mobilidade de candidatos, regras rígidas de permanência nas salas e novidades na distribuição de locais de prova que podem impactar quem viajou ou abriu mão de rotas habituais para comparecer.

Acompanhar horários, regras de saída e a logística do dia ajuda a reduzir ansiedade e evitar perda de tempo. Abaixo você encontra um apanhado prático do que está acontecendo, como isso afeta a preparação e o que fazer nas próximas horas após a prova.

Formato da prova para técnico judiciário

A prova de técnico judiciário contempla 70 questões de múltipla escolha, divididas em 30 de Conhecimentos Gerais e 40 de Conhecimentos Específicos. Trata‑se de avaliação objetiva, em que cada questão contribui diretamente para a classificação final.

A aplicação começou no período da manhã, com início às 8h. Há regras específicas de permanência: os candidatos só podem sair dos locais a partir de duas horas após o início (ou seja, a partir das 10h), e existe restrição para retirada do caderno de questões, que só pode ocorrer em horário determinado pela instituição organizadora.

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Regras de retirada do caderno e saída dos locais

Foi relatado que, embora seja permitido sair após duas horas de prova, a liberação para levar o caderno de questões só ocorre em horário posterior estipulado pela banca. Em outras palavras: sair cedo pode ser possível, mas não permitirá levar o material aplicado se a regra exigir espera até um horário específico para retirada do caderno.

Na prática, isso significa que quem pretende sair logo após cumprir o tempo mínimo deve estar ciente de que o caderno ficará retido até o momento indicado pela organização. Evite conflitos com fiscais: seguir as orientações no edital e as ordens dentro do local de prova é a melhor estratégia.

Locais de prova: primeira aplicação fora do RJ

Locais de prova: primeira aplicação fora do RJ

Pela primeira vez, o concurso do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro está com salas de prova também em outras capitais e cidades — entre elas São Paulo (capital), Belo Horizonte e Juiz de Fora. Essa mudança amplia o alcance do concurso, facilitando a participação de candidatos que residem fora do estado do Rio.

Na prática, essa descentralização exige atenção extra: regras de deslocamento, horários de portões e eventuais diferenças logísticas (transporte público, bloqueios, horários locais) podem variar. Quem viajou para outra cidade deve conferir, com antecedência, informações locais sobre acesso aos prédios e eventuais orientações específicas do local de aplicação.

Número de inscritos e dimensão da concorrência

No período da manhã, a expectativa foi de cerca de 100 mil inscritos para as provas de técnico judiciário — um volume expressivo que reflete grande concorrência e forte demanda por vagas públicas. No turno da tarde, há aproximadamente 45 mil inscritos para o cargo de analista judiciário.

Consequência prática: locais com maior concentração de candidatos podem ter filas maiores, maior tráfego e mais chance de imprevistos no caminho. Planejar a chegada com folga é essencial para evitar perder a prova por problemas logísticos.

Provas para analista: tarde, objetiva e discursiva

Provas para analista: tarde, objetiva e discursiva

As provas do cargo de analista judiciário acontecem no turno da tarde. Para esse cargo de nível superior, além das 70 questões objetivas (30 de Conhecimentos Gerais e 40 Específicos), há uma prova discursiva composta por uma questão dissertativa.

Na prática, isso altera a preparação: candidatos a analista precisam equilibrar revisão de conteúdo objetivo com prática de redação técnica e argumentação na área específica. A correção da parte discursiva pode influenciar significativamente a classificação final.

Remunerações iniciais e gratificações

As remunerações iniciais divulgadas são de R$ 5.685,54 para o cargo de técnico e R$ 9.363,84 para analistas. Esses valores incluem o vencimento básico, a Gratificação de Atividades Judiciárias (GAJ) e o Adicional de Padrão Judiciário (APJ).

Há ainda um caso específico: analistas na especialidade de Execução de Mandados recebem uma verba indenizatória de locomoção de R$ 3.560,57, o que eleva a remuneração total dessa especialidade para R$ 12.924,41. Considere esses números ao avaliar oportunidades e expectativas salariais após aprovação.

Vagas, cadastro de reserva e possibilidade de nomeações

Este concurso foi organizado para formar cadastro de reserva, ou seja, não há vagas imediatas em edital. Ainda assim, autoridades do tribunal estimaram a possibilidade de nomeações futuras, vinculadas à adesão a um Programa de Incentivo à Aposentadoria (PIA) previsto para o ano seguinte.

Na prática, isso significa que a convocação de aprovados dependerá de fatores administrativos posteriores — como o nível de adesão ao PIA e a necessidade de reposição de pessoal. Candidatos aprovados devem acompanhar publicações oficiais e a movimentação administrativa para entender efetivamente as chances de serem nomeados.

O que os candidatos devem observar no dia da prova

Chegue com antecedência suficiente (com folga de tempo para trânsito e eventuais imprevistos), leve documento de identificação válido e material permitido pelo edital, e observe atentamente os horários de abertura e fechamento dos portões. Relatos do dia mostram candidatos correndo para não perder o fechamento dos portões, o que reforça a necessidade de planejamento.

Além disso, confira informações sobre transporte local — em dias com grandes eventos ou alterações (como blocos de Carnaval em algumas cidades), o deslocamento pode ficar prejudicado. Se dependente de transporte público, calcule uma margem maior de tempo.

Gabaritos extraoficiais e como utilizá‑los

Gabaritos extraoficiais e como utilizá‑los

É comum que, no mesmo dia da prova, equipes de professores e plataformas de estudo publiquem gabaritos extraoficiais a partir do meio‑dia. Esses gabaritos servem para dar um termômetro preliminar do desempenho, mas não substituem a versão oficial divulgada pela banca organizadora.

Use gabaritos extraoficiais com cautela: eles ajudam a ter uma noção imediata do resultado, mas qualquer recurso, contestação ou cálculo de classificação só deve considerar o gabarito oficial. Evite conclusões definitivas com base exclusiva em correções preliminares.

Pontos que costumam gerar confusão

Aqui muita gente se confunde com horários de saída, possibilidade de levar o caderno e diferenças entre os turnos. Por exemplo: sair após duas horas não significa automaticamente poder levar o caderno — a liberação do material pode ocorrer apenas em horário posterior definido pela organização. Leia as instruções no local de prova e as orientações do edital.

Outro ponto de confusão é a aplicação em cidades fora do RJ: mesmo sendo prova do Tribunal de Justiça do Rio, locais em outros estados seguem regras da própria banca, e eventuais comunicados locais (como portões e horários) devem ser observados. Quando em dúvida, pergunte aos fiscais presentes.

Impacto para sua preparação e como agir nas próximas horas

Se você fez a prova de técnico hoje, na prática o recomendado é descansar após a aplicação, evitar checar respostas obsessivamente em fontes não oficiais e aguardar a divulgação dos gabaritos. Para os que farão a prova de analista à tarde, priorize aquietar a mente, alimentar‑se bem e revisar rapidamente pontos essenciais, sem se desgastar.

Para quem ainda estuda para concursos semelhantes, use a experiência do dia para ajustar a rotina: foque no controle do tempo de prova, prática de questões no mesmo formato (70 itens 30/40) e, para cargos com prova discursiva, treine redação e argumentação técnica.

Próximos passos após a prova

Aguarde a divulgação dos gabaritos oficiais pela banca organizadora e fique atento aos prazos e instruções para interposição de recursos, caso haja necessidade. Essas informações serão determinantes para calcular pontuação final e para eventuais contestações formais.

Também acompanhe comunicações sobre o cronograma de etapas seguintes (se houver), como convocações, testes complementares ou julgamento de recursos. Quem pretende ser convocado para o cadastro de reserva deve manter os dados atualizados e a documentação em ordem, caso surja a oportunidade de nomeação.

Para você que fez a prova hoje ou acompanhará os desdobramentos: como foi sua experiência de logística e aplicação — teve algum imprevisto que poderia ter sido evitado com outra preparação? Compartilhe nos comentários para ajudar outros concurseiros.

Perguntas Frequentes (FAQ)

Posso sair da prova antes de terminar o tempo e ainda levar o caderno?

Você pode sair a partir de duas horas após o início (aproximadamente às 10h, considerando o início às 8h). No entanto, a liberação para levar o caderno de questões ocorre apenas em horário definido pela banca; sair cedo não garante que poderá levar o caderno, pois ele pode ficar retido até o horário estipulado.

Como ficam as diferenças entre técnico e analista na prova?

Para técnico judiciário, são 70 questões objetivas (30 de Conhecimentos Gerais e 40 de Conhecimentos Específicos). Já para analista judiciário, além dessas 70 questões, há uma prova discursiva de uma questão dissertativa. O analista é considerado cargo de nível superior, o que também influencia na etapa de avaliação.

Haverá locais de prova fora do RJ e isso muda a logística do dia?

Sim, haverá locais em outras cidades, como São Paulo, Belo Horizonte e Juiz de Fora. Isso pode impactar deslocamento, horários de portões e transporte. Candidatos que viajarem devem checar com antecedência as informações locais sobre acesso aos prédios, horários e regras específicas do local de aplicação, preparando-se com folga para possíveis imprevistos.

O concurso prevê vagas imediatas ou é cadastro de reserva? Como funciona a nomeação?

O concurso foi organizado para formar cadastro de reserva, não havendo vagas imediatas anunciadas no edital. A convocação de aprovados depende de fatores administrativos posteriores, como adesão ao Programa de Incentivo à Aposentadoria (PIA) no ano seguinte e a necessidade de reposição de pessoal. Acompanhe publicações oficiais para entender as chances de nomeação.

Qual é a remuneração inicial e o que compõe o salário, incluindo exceções?

Remunerações divulgadas: Técnico: R$ 5.685,54; Analista: R$ 9.363,84. Esses valores já incluem vencimento básico, a Gratificação de Atividades Judiciárias (GAJ) e o Adicional de Padrão Judiciário (APJ). Há ainda uma indenização de locomoção de R$ 3.560,57 para a especialidade de Execução de Mandados, elevando a remuneração total dessa especialidade para R$ 12.924,41.

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